Novo programa no ar!
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Um anúncio bem rapidinho… renascido das cinzas, depois de mais de um ano abandonado, volta ao ar o Everyday Blues Podcast, com a sua 25a. edição… Quer escutar? Então vai lá!
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Skin Deep - Buddy Guy
Buddy Guy, uma das lendas ainda vivas do blues, lançou recentemente (nem tão recentemente assim) um novo álbum chamado Skin Deep. Sensacional.
A música que dá nome ao álbum é uma balada melódica, acompanhada de uma letra cheia de significados.
Sem dúvida já é um dos clássicos de Buddy Guy. Abaixo, o vídeo:
Buddy Guy “Skin Deep” 2008
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Blues na Veia
Para quem curte o blues, recomendo esse site: Blues Na Veia… são programas quinzenais em MP3 recheados de muito blues.
Imperdível.
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Agenda do fim de semana
E como sábado é dia de curtição, nada melhor do que encarar um showzinho de blues para embalar a noite. Hoje, dia 28 de junho, tem pelo menos três opções de shows de blues rolando pela cidade do Rio de Janeiro.
. Big Gilson se apresenta a partir das 21 horas no Mistura Fina, em Ipanema, tocando clássicos do blues, além de músicas que vão desde o primeiro disco solo, “Yellow Mojo Blues“, até o “Chrysalis“. Também apresentará músicas do álbum “Sentenced To Living“, que será lançado no final deste ano. O show contará ainda com a participação especial do gaitista Jefferson Gonçalves. O Mistura Fina fica na Av. Rainha Elizabeth, 769 – Ipanema. Informações pelo telefone (21) 2523-1703. O ingresso custará R$30,00.
. As bandas Mojo Society e A Bolha estarão se apresentando no Bar do Tom, às 23 horas, que fica na rua Adalberto Ferreira, 32, no Leblon (anexo ao Plataforma). O valor do ingresso é R$ 50,00, porém se você enviar um email com seu nome para producao@mojosociety.com.br , sai pela metade do preço.
. A banda Blues Etílicos se apresenta no Cinematheque Jam Club, que fica na rua Voluntários da Pátria, 53, em Botafogo. O show ainda terá a participação de Maurício Sahady. Mais informações podem ser adquiridas no telefone (21) 3474-3363.
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Rio das Ostras Jazz & Blues
A pouco mais de 170 quilômetros de distância do Rio de Janeiro acontecerá mais uma vez o já clássico Rio das Ostras Jazz & Blues Festival. A cidade fica na Região dos Lagos, conhecida por suas praias paradisícas e que pela sexta vez abriga esse que é um dos melhores festivais do gênero do país, assim como o que acontece em Búzios anualmente em julho.
Este ano, no rol da programação, presenças mais do que ilustres poderão ser curtidas de graça e ao ar livre. Nomes como John Mayall & The Bluesbreakers (que está em turnê pelo país), John Scofield Trio & The Scohorns, Russell Malone, Vernon Reid, Blues Etílicos, Robson Fernandes Blues Band, The Godfathers of Groove com Léo Gandelman. A programação completa com datas e horários dos shows pode ser conferida aqui.
Além dos shows, a Costazul abrigará a Casa do Jazz & Blues. No espaço haverá exposição de fotos e biografias dos artistas mais importantes do jazz e do blues, além da exibição de documentários sobre música. A infra-estrutura de Costazul contará, além do palco principal, com uma praça de alimentação com restaurantes, um telão que transmitirá os shows ao vivo e um ponto de venda de CDs, revistas e camisetas.
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Banca do Blues
Quem curte o bom e velho blues e mora no Rio de Janeiro deveria conhecer - se já não conhece - um inusitado e bem-vindo espaço dedicado a esse gênero musical tão pouco difundido ultimamente, principalmente no Brasil.
A Banca do Blues é uma banca de jornal comum durante os dias da semana. Quem passa na esquina da Avenida Rio Branco com Avenida Presidente Wilson, no agitado Centro da cidade, não tem idéia do que ocorre por lá no início das noites de sábados,
duas vezes por mês. É quando fãs e músicos de blues se reunem para um happy-hour regado a shows de blues e rock.
Essa idéia de transformar uma simples banca de jornais em um espaço alternativo para a cena blueseira carioca veio de um cidadão húngaro de nascimento, mas carioca por opção, chamado Jolt Telek. Depois de certa insistência junto ao casal que administra a banca, Paulo Vanzillota e Denise do Amaral, o espaço passou a ficar conhecido no cenário musical carioca e hoje já possui em seu histórico apresentações de feras como Jefferson Gonçalves, Big Gilson, Os Credenciados, The Old Blues Band, dentro outros.
A banca fica na Av. Rio Branco, 311 (esquina com Av. Pres. Wilson), Centro, Rio de Janeiro. O telefone de contato é (21) 2517-3310. Para quem quiser saber um pouco mais sobre os shows que acontecem por lá, vale a pena ficar ligado no blog da Banca do Blues, onde o pessoal costuma colocar fotos e comentários, ou assista a vídeos de partes de alguns shows no YouTube. Tem também a Comunidade da banca no Orkut.
Neste próximo sábado, dia 17/05/08, a programação da Banca já está confirmada. Às 18hs se apresentarão Jolt Telek & Claudio Sangito, seguidos pela banda Exaddict às 21hs. E para encerrar a noite, às 22:30, aporta a banda Mojo Society.
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Clapton
No finzinho desse ano que passou, comprei a autobiografia do Eric Clapton, lançado no país pela editora Planeta. Escrito de forma simples e objetiva, Clapton abre o jogo sobre todos os percalços que passou durante sua trajetória, começando os problemas logo quando criança, passando por duas fases dramáticas de queda vertiginosa, levado pelas drogas e pelo álcool, e chegando a a superação através de muita determinação.
Clapton começa a biografia contando sua infância já turbulenta, retrata seus problemas quando adolescente, mas a coisa toda começa a degringolar de vez quando torna-se mundialmente famoso ao formar a banda Cream. E é nesse período de tormenta pessoal e sucesso musical que ele se desnuda completamente, sem hipocrisia ou falso moralismo, focando sua narrativa mais para a trajetória pessoal do que para o seu vasto trabalho musical.
No livro, Clapton confessa já ter pensado no suicídio algumas vezes e até mesmo tentado uma vez, sem sucesso, claro. É de admirar que ele tenha sobrevivido a tanta droga, de não ter tido overdose e morrido ainda jovem, como tantos outros rock stars daquela época.
Para quem é fã de Clapton, como eu, o livro é obrigatório. Depois que você começa a ler, não quer parar até chegar à última página. É interessante ir acompanhando sua trajetória, enquanto ele pincela algumas informações sobre álbuns, turnês, shows e canções que foi fazendo com o tempo.
Para quem não conhece direito ou não gosta muito do estilo musical de Clapton, o livro é interessante pois mostra como alguém que chegou ao fundo do poço em termos de vício e de jogar a vida no lixo, conseguiu superar tudo isso, dar a volta por cima e, milagrosamente ainda vivo, poder se tornar um bom pai, um músico conceituado e, sem dúvida alguma, uma pessoa melhor do que ele era.
Tags: Biografia, Blues, Livro


