Meu domingo de eleição

Andre Sa on October 5th, 2008

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Já cumpri com o meu dever (ou direito?) cívico, e votei em meus candidatos a vereador e prefeito aqui na cidade de Porto Velho, Rondônia, onde moro há quase 3 anos. É a segunda eleição que passo aqui, a primeira para esses cargos.

A cidade está tranqüila. Suja, cheio de santinhos espalhados pelo chão, mas tudo em paz por onde passei. Votei pela manhã, antes das 11, e a minha Zona Eleitoral estava relativamente vazia, poucas filas em algumas seções. Na minha frente, só duas pessoas. O processo todo em si não levou mais do que 5 minutos. Uma maravilha.

Quando morava no Rio de Janeiro, também costumava votar com muita tranqüilidade. Era em uma igreja há poucos metros do prédio onde morava, no bairro do Grajaú, e nunca tive que enfrentar fila. Por falar em Rio, esse ano especialmente queria muito estar lá para poder tentar levar o Gabeira para o Segundo Turno. Parece que as últimas pesquisas indicam empate técnico entre ele e Marcelo Crivella. Estarei aqui na torcida para que ele deixe o Crivella para trás e siga rumo ao 2o. turno. Não que eu ache que Gabeira é perfeito, mas levando-se em consideração que Eduardo Paes é cria do que existe na administração pública no Rio há tantos anos, e que Marcelo Crivella é… bem, é Marcelo Crivella, a melhor alternativa sem dúvida, na minha opinião, é Fernando Gabeira, que em diversos momentos de sua vida pública já demonstrou ter opinião firme e íntegra. Vai ser emocionante a contagem dos votos.

Aqui em Porto Velho, infelizmente meu candidato não deve nem mesmo chegar ao Segundo Turno. Aliás, pelo que as últimas pesquisas indicam, nem mesmo deve haver 2o. Turno. O atual prefeito, Roberto Sobrinho, deve se reeleger direto. Mais quatro anos tendo que aturar o continuismo do que está aí. Se a maioria acha que está bom, essa é a beleza da democracia. Mas não preciso concordar com a maioria. A cidade de Porto Velho não parece nem mesmo uma capital. Precisa de melhorias urgentes e imediatas. Falta infra-estrutura, falta saneamento básico, falta asfaltamento, faltam áreas de lazer e cultura, falta urbanização, falta tanta coisa, tanta coisa, que eu me pergunto como alguém pode achar que está tudo tão bom que deva durar mais quatro anos. Mas tudo bem. Fiz minha parte e dei meu voto para quem eu achava que seria capaz de governar um pouco melhor (ou menos pior).

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Frase do dia

Andre Sa on January 27th, 2008

Hoje, em um restaurante que fomos, perguntou-se ao garçom:

- Onde fica o banheiro, por favor?

E ele aponta para a lateral do restaurante e diz:

- Logo atrás daquela plantinha ali.

(ainda bem que não era atrás da moita… rsrsrsrs)

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Cinema

Andre Sa on January 26th, 2008

No fim do ano passado, tivemos a ingrata surpresa de ver duas das únicas três salas de cinema fecharem suas portas aqui na cidade onde me escondo, Porto Velho. Para um fã de cinema como eu, uma verdadeira catástrofe causada principalmente, segundo as notícias locais, devido ao aumento da venda de DVDs piratas.

Como em Porto Velho ainda não tem shopping como conhecemos em outras regiões mais desenvolvidas do país (aqui tem uma galeria carinhosamente conhecida como shopping, mas não conta), o único cinema que sobrou não era aquelas mil maravilhas. Raramente íamos, preferindo aguardar os filmes sairem na locadora para alugarmos. Sim, ainda sou do tempo que aluga filmes na locadora!!!

E não é que hoje tivemos uma grata surpresa? A Renata estava voltando para casa quando passou em frente ao prédio de um dos finados cinemas. Estranhou quando viu um cartaz indicando sessões das 17hs, 19hs e 21hs para o filme "Eu Sou A Lenda", com Will Smith. Eram 17:05. Ela imediatamente me ligou perguntando se não queria ir assistir e fomos correndo. Chegamos com uns minutos de atraso, o filme tinha acabado de começar,  mas nem ligamos pois ficamos fascinados com o que vimos.

Reformaram tudo, colocaram a sala em formato "stadium", poltronas confortáveis, som de última geração, tela gigante, enfim, tudo que se espera de um bom cinema hoje em dia.

O mais interessante foi reparar que o bilheteiro - sim, aquela figura clássica dos cinemas antigos que ficam na porta da sala pegando os bilhetes - era o mesmo velhinho de antigamente, que provavelmente sempre fez isso na vida, vestindo um terno de gala e dando boa tarde para todos. Ou seja, a modernidade da tecnologia com um gostinho de anos 60.

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Oswaldo in Town

Andre Sa on September 13th, 2007

Ele está longe de ser uma unanimidade, mas tenho que confessar que eu curto o som de Oswaldo Montenegro. Tenho dezenas dos CDs que ele já lançou e fui a diversos shows que ele fez no Rio de Janeiro.

E não é que, depois de estar morando aqui em Porto Velho por um ano e meio, pela primeira vez sairei de casa para ir a um show: Oswaldo estará se apresentando hoje à noite, às 20:30 no SESC da cidade, e meu ingresso já está reservado. Não será o show completo, com banda e tudo mais, será a versão solo. Mas, convenhamos, tá bom demais, principalmente porque por aqui só costuma aparecer umas bandas de forró que eu nunca ouvi falar, até porque eu não gosto de forró.

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Sorte grande

Andre Sa on September 2nd, 2007

E não é que desta vez o Norte e o Sul foram premiados com a sorte grande? Um apostador de Santa Catarina e outro de Rondônia, estado no qual este que vos escreve está morando atualmente, foram os acertadores do sorteio da Mega-Sena deste fim de semana.

Cada um vai ganhar mais de 27 milhões de reais, já deduzidos os devidos impostos. Não é pouca coisa, não.

Infelizmente, eu não fui esse tal acertador aqui destas paragens. Algum outro felizardo deve estar sem conseguir dormir pensando o que vai fazer com tanto dinheiro. Eu não conseguiria dormir se fosse o vencedor. Mas, para ser um deles, seria necessário ao menos fazer a tal fezinha, jogar nem que fosse um volante. Como não o fiz, as chances de ganhar alguma coisa estão descartadas.

Aí, lendo o noticiário local, me deparo com a notícia que hoje no início da noite um infarto fulminante matou um conselheiro do Tribunal de Contas aqui de Rondônia. Na minha mente sórdida, veio a imagem do cidadão conferindo as dezenas da Mega-Sena e, não suportando a emoção, caindo duro para trás. Teria sido o milionário mais breve de toda a história. “Nunca antes neste país um vencedor da Mega-Sena morreu tão rapidamente“, diria Lula, aquele mesmo que afirmou hoje que “ninguém tem mais autoridade moral e ética do que o PT“. Até me senti ofendido, mas isso é papo para outra hora.

(Para que fique claro, a morte do Conselheiro não teve nada a ver com a Mega-Sena, não. Isso foi só uma divagação sem nexo que me ocorreu. Coisa de doido, liga não.)

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Promoção da sujeira

Andre Sa on August 18th, 2007

Por que será que algumas lojas aqui em Porto Velho, quando chega o sábado, resolvem fazer a promoção da sujeira? Não sabe o que é isso? Deixe-me explicar.

Algumas lojas, para chamarem atenção (?), emporcalham suas calçadas e parte da rua em frente aos seus estabelecimentos com montes de papel branco picado. Eu realmente não consigo compreender o que passa pela cabeça dos empresários/gerentes/responsáveis por esse tipo de ação promocional. Você passa em frente a loja e lá está uma imundice de papel jogado pelo chão.

Eu até tentaria entender se, ao final do dia, quando as lojas fechassem suas portas, os próprios funcionários fossem responsáveis por limpar a sujeirada que fizeram. Mas não. A loja fecha, todos vão embora para suas casas e deixam a porcariada para trás.

Em tempos de conscientização/responsabilidade social nas empresas, incluindo aí a preocupação com meio-ambiente, poluição e tudo mais, percebe-se que tem gente que não está nem aí com isso.

Pode ser frescura minha, mas não vejo o menor sentido em emporcalhar a cidade só para chamar atenção do consumidor. Existem tantas outras formas mais eficientes de se fazer isso.

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Frente Fria

Andre Sa on July 11th, 2007

E não é que hoje amanheceu nublado por aqui, uma estranha temperatura amena que não chegava por essas bandas há uns bons meses. Lá fora deve estar beirando uns 27°C, o que é bem bom comparado aos últimos dias.

Não chove aqui em Porto Velho há uns 2 meses. Mas mesmo com a temperatura um pouco mais amena, deve continuar sem chuva por uns tempos. Essa época do ano é verão, ou seja, chuva é raridade e o calor é infernal. Isso dura uns 4 meses… no restante do ano, o calor continua infernal, porém as chuvas são (bem) mais freqüentes.

Sinto falta daqueles dias friozinhos bacanas das famosas frentes frias do Rio de Janeiro, quando a temperatura cai lá para os 17°C e os cariocas já tiram seus casacos de dentro do armário para suportar as “baixas” temperaturas.

Gosto do frio, não há como negar. Me dou melhor com ele do que com o calor extremo. Minha pressão também. Mas acho que também não gosto do frio extremo, termômetros abaixo dos 10°C. Sou adepto das temperaturas amenas. Tão melhor seria se em Porto Velho as temperaturas fossem mais amenas. Com isso e mais um grande shopping, bons cinemas, teatros e casas de espetáculos, seria bem melhor. :-)

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O dia que mataram o prefeito

Andre Sa on February 15th, 2007

Hoje pela manhã, estava eu trabalhando tranqüilamente, quando uma das funcionárias daqui soltou a notícia: mataram o prefeito de Candeias.

Parênteses. Candeias do Jamari é uma cidade do Estado de Rondônia, bem próxima da capital Porto Velho. Fecha parênteses.

A notícia se espalhou como um vírus incurável. Até a hora do almoço, Porto Velho inteiro já sabia do assassinato do prefeito, que havia sido cometido em uma avenida de grande movimento da cidade, em frente ao Bradesco. Dois tiros no peito, três na cabeça. Pá, pum! Morte instantânea. O assassino, com uma arma na mão e um capacete na outra, matou à queima-roupa, deixando a cena do crime calmamente em uma moto.

Um site de jornalismo em tempo real da região divulgou a notícia às 11:11. Às 11:26 já reconhecia o erro e negava que o morto havia sido o tal prefeito de Candeias. O morto apenas se parecia com Chico Pernambuco (o prefeito) e estava dirigindo uma L-200, coincidentemente o mesmo automóvel. Daí o engano.

A pergunta que eu me faço - e que é a grande faca de dois gumes do tal do jornalismo em tempo real da internet - é a seguinte: será que ao invés de vomitar a notícia online às pressas, não seria mais prudente antes ter ligado para a assessoria do prefeito, para a prefeitura ou para qualquer lugar na tentativa de confirmar se alguém sabia onde Chico Pernambuco estava naquele momento? Seriam apenas mais cinco, dez minutos, que teriam evitado a morte do homem errado que nem mesmo havia estado perto do local do assassinato.

É a pressa! É a fome pelo furo! E o tiro, neste caso, acabou saindo pela culatra.

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Programão

Andre Sa on December 22nd, 2006

Anteontem, quarta-feira, dia 20 de dezembro, Natal quase batendo às portas, foi inaugurado um supermercado aqui pertinho, do outro lado da rua. Foi o fim de um longo processo que acompanhamos praticamente desde o início, quando nos mudamos para cá no fim de fevereiro. Durante esses dez meses, tivemos que agüentar muita poeira, muito barulho, alguns transtornos no trânsito, caminhões dos mais variados tamanhos, mas agora podemos dizer que temos um supermercado bem do lado de casa (pelo menos até fevereiro, quando vence nosso contrato de aluguel e não sabemos se os proprietários vão querer renovar ou vice-versa).

Não sabíamos exatamente quando iria ser a inauguração. Ouvimos boatos de que seria amanhã, dia 23, mas quando saíamos de casa na quarta-feira, uns 10 minutos antes das 8 horas da manhã, notamos uma concentração meio estranha em frente ao supermercado. Até comentei com a Renata que provavelmente deveria ser fila para processo de seleção de emprego. Estávamos enganados. À noite, quando voltamos da clínica, vimos que o supermercado estava não só aberto como completamente lotado. O estacionamento, bem grande para as proporções de Porto Velho, estava apinhado de carro. Aquela fila da manhã já era de pessoas esperando o supermercado abrir. Fala sério, não?

Pois bem, como tínhamos que comprar alguma coisa para comer, paramos no supermercado. Aquilo parecia a 25 de Março (para os paulistas) ou a Uruguaiana (para os cariocas) em véspera de Natal. Gente para tudo que era lado, congestionamento de carrinhos de compras, uma barulheira, enfim, todas as características comuns a um belo programa de índio (sem querer ofender os índios). Como Porto Velho é tão carente de novidades, até inauguração de supermercado vira atração. Compramos o que tínhamos que comprar e demos no pé o mais rápido quanto foi possível.

No dia seguinte à inauguração notei algo bem curioso. Na esquina ao lado do supermercado já tem uma mini-van vendendo cachorro-quente e um balaio de gato vendendo espetinho e outras guloseimas, com direito à proteção contra-chuva e banquinhos para sentar. É nessas horas que a gente percebe o quanto o povo brasileiro é empreendedor. Não precisou nem de um dia para alguém perceber a oportunidade de novos negócios, nem que seja de forma arcaica e improvisada, e tentar garantir, do jeito que dá, sua sobrevivência, enquanto melhores chances não chegam.

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Point Estranho

Andre Sa on July 16th, 2006

Há algumas semanas, descobri um point bem interessante aqui em Porto Velho. Para quem veio do Rio de Janeiro, uma cidade recheada de points por todos os bairros - cada qual com suas características bem delimitadas e seus frequentadores bem definidos -, descobrir que o aeroporto é um dos points daqui é, sem sombra de dúvida, um espanto. Quando que alguém como eu poderia sequer imaginar que uma pequena praça de alimentação em pleno aeroporto, com meia dúzia de restaurantes, uma lanchonete e um palco para música ao vivo, seria o local que reuniria dezenas de pessoas, das mais variadas idades?

Pois é. Para completar, sexta-feira retrasada, à noite, ao sair do trabalho, nos perguntávamos onde poderíamos ir para comer alguma coisa e relaxar. Adivinha onde fomos parar? Em um dos restaurantes da lotada praça de alimentação do aeroporto, sem música ao vivo, e saboreando uma deliciosa comida italiana.

Agora, você aí no Rio ou em São Paulo, consegue se imaginar saindo do trabalho e dando um pulinho no aeroporto para jantar, sem que você tenha que pegar um avião logo depois? Fala sério, né? :-)

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Verão?

Andre Sa on May 14th, 2006

Acho que me enganaram direitinho. Assim que eu cheguei aqui, me vieram com o papo de que o tal verão amazônico começaria em meados de maio e que, a partir de então, iria ficar sem chover um tempão, meses até. Aí, o que você imagina? Que será uma época de calor infernal! Afinal, se com chuva os termômetros já alcançam temperaturas elevadíssimas, imagina sem um pingo d’água!

Pois cá estamos em meados de maio. É verdade que já faz mais de uma semana que não chove, o que caracteriza que já estamos começando o tal verão amazônico. Mas veja o interessante: a falta de chuva não significa um aumento significativo do calor. Muito pelo contrário. De manhãzinha e à noite, a temperatura por aqui está bem amena, friozinho até. Uma beleza! Nas últimas noites, por exemplo, nem temos dormido com o ar-condicionado ligado, bastando apenas um ventilador virado para a parede, algo impensável há poucas semanas. Se eu soubesse que o verão amazônico fosse ser assim tão agradável, já teria desejado seu início há um bom tempo atrás!

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Toró

Andre Sa on April 4th, 2006

Hoje eu vi o que é uma tempestade tropical. Como choveu!

Em quase dois meses aqui, nunca tinha chovido tanto aqui quanto hoje. E olha que já estou até me acostumando à chuva, porque aqui chove todo santo dia (neste período chamado inverno amazônico). Mas o que aconteceu hoje foi demais.

As ruas alagaram, houve até engarrafamento, coisa que nunca tinha visto por essas ruas tranqüilas e esburacadas. Carros engüiçados em meio a alagamentos. Por alguns instantes, tive a impressão que eu estava em plena Praça da Bandeira em dia de temporal no Rio de Janeiro. Quem conhece, sabe do que eu estou falando.

A inverno amazônico está chegando ao fim, o que significa que, dentro em breve, chuva será algo raríssimo nesta cidade. Durante o verão (período de seca), só sobrará sol, muito sol, e com ele, calor, muito calor. Portanto, nem estou reclamando da chuva, não. Até porque sei que dentro em breve irei reclamar mesmo é do sol!

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Primeiras impressões - Introdução

Andre Sa on March 13th, 2006

Como alguns de vocês devem estar sabendo, o motivo do meu sumiço do mundo online foi devido a uma grande mudança que ocorreu no meu mundo real. Literalmente uma grande mudança, no sentido geográfico da palavra.

Este que vos escreve não mora mais no Rio de Janeiro. Partiu dos confins da Tijuca, bairro da zona norte da famosa Cidade Maravilhosa, para o região Norte do país. Sendo mais específico, moro agora na capital do estado de Rondônia, Porto Velho.

Cheguei aqui há aproximadamente um mês, então acho que já posso compartilhar com vocês as minhas primeiras impressões dessa nova vivência. Vale antes frisar, porém, que as primeiras impressões nem sempre são as que ficam e é bem provável que algumas opiniões mudem com o passar do tempo. Mas é por isso que posts são datados, e refletem os sentimentos e sensações que vivenciamos naquele momento.

Como são muitas as coisas que pretendo escrever, vou dividir esse post em vários menores, assim vocês não se cansam ao ler, e eu não demoro muito escrevendo, pois tempo livre está em falta ultimamente. 

Para começar, esclareço aos que não estão em dia com a geografia para colocar aqui alguns dados sobre Porto Velho que andei coletando por aí.

Porto Velho é a capital do estado de Rondônia. Está localizado à margem direita do rio Madeira (afluente do rio Amazonas). Veja sua localização neste mapa. Em 2004, sua população ultrapassava a casa de 380 mil habitantes e possui uma área de 34.082 km2. Para se ter uma idéia de comparação, a cidade do Rio de Janeiro possui aproximadamente 6 milhões de habitantes (dados de 2005) em uma área de 1.182 km2. É uma diferença e tanto, não? 

Algumas distâncias de Porto Velho em relação a outras cidades:
- Vilhena = 750 km
- Belo Horizonte = 3.050 km
- Brasília = 2.589 km
- São Paulo = 3.170 km
- Manaus = 905 km

O clima aqui é equatorial, úmido e quente. Bem quente. As temperaturas máximas chegam aos 40 graus e as mínimas chegam aos 16 graus, mas atingir essa temperatura é raro. A média das mínimas fica em 27,7 graus. O período das chuvas, o inverno daqui, vai de dezembro a abril, aproximadamente. Já o período da seca, o chamado verão amazônico, vai de agosto a fim de novembro. Portanto, neste momento, estamos chegando ao fim do inverno amazônico.

Outro detalhe interessante que vale mencionar é que Porto Velho se encontra em um fuso horário diferente do de Brasília. Quando o país não está em horário de verão, a diferença é de 1 hora a menos do que o horário oficial. Quando o horário de verão entra em vigor, a diferença aumenta para 2 horas. Mas esse será um tema para outro post.

Por enquanto, vou ficando por aqui. Em breve, continuo com a série “primeiras impressões”. Até lá.

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