Diazinho

Andre Sa on February 16th, 2007

Pense num dia corrido.

Agora dê “fast-forward”.

Esse foi meu dia. E que dia! Ainda bem que está terminando.

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E o ano vai começar

Andre Sa on February 15th, 2007

Agora que o Carnaval está chegando, o país prepara para começar o ano de verdade. E não é que eu fiquei sabendo há poucos dias que esse tal de carnaval nem é considerado feriado oficial? Vai entender…

Apesar das opiniões contrárias, a massa não está nem aí e já instituiu há muito tempo que o carnaval começa já na sexta e vai até quarta-feira meio-dia. Isso quando não começa uma semana antes e vai até o domingo seguinte!

Eu não sou muito fã das batucadas nem da confusão do carnaval, mas esse ano o meu começa oficialmente ao meio-dia deste próximo sábado e, por uma grande felicidade, vai até o domingo seguinte. Não que eu seja um vagabundo. Apenas aproveitarei o período de menor movimento na clínica e uma bela promoção de passagens da Gol, para visitar a família e os amigos no Rio de Janeiro, depois de um ano inteiro longe.

Meu temor maior são as incertezas do nosso combalido tráfego aéreo, já que hoje em dia a gente não sabe mais se o vôo sai no horário marcado e muito menos se ele chega em ponto. Por conta da promoção, acabei tendo que sair daqui apenas no domingo - e não no sábado - na hora do almoço e, se tudo der certo, estarei aterrissando no Tom Jobim lá pelas 9 e pouco da noite.

Serão quase sete dias de muita curtição, ao lado da família amada e dos amigos queridos, matando as saudades acumuladas. Quer coisa melhor que isso?

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Falecimento

Andre Sa on February 13th, 2007

E foi que, com muito pesar, tive conhecimento neste último sábado da morte do meu HD principal. Ao ligar o computador para iniciar a gravação do Everyday Blues Podcast -, ele simplesmente se recusou a iniciar. A partir de então começou um suplício que durou mais de oito horas, na tentativa infrutífera de tentar recuperar alguma coisa dos quase 80 GB de programas instalados e arquivos guardados.

Como santo de casa não faz milagre (ou em casa de ferreiro, espeto é de pau), não tinha backup de praticamente nada. Para minha sorte, os mais de 30GB de MP3s de Blues estavam a salvo no HD secundário. Aliás, preciso tomar vergonha na cara e fazer urgentemente um backup dessa tralha toda, antes que o outro HD também resolva passar dessa para melhor, me deixando na pior.

Resta ainda dar uma última chance ao HD ferrado, talvez com algum software de recuperação de dados, para ao menos tentar rever algumas das fotos que são filhas únicas e que só existiam dentro do falecido.

Ai, ai… é só dor de cabeça.

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Um dia de cada vez

Andre Sa on February 8th, 2007

Tem gente que acorda mal-humorada. Eu, não. Acordo com sono mesmo.

Não importa o tempo que eu durma - cinco, oito, dez horas… - , quando o despertador toca seu barulhinho irritante, a vontade que eu tenho é de continuar deitado curtindo o sono dos justos. Não sei se é algum distúrbio fisico-patológico, ou se existe alguma explicação médica para o fato, mas a vontade que toma meu ser ao acordar é… não acordar.

Ah, mas isso é porque você não gosta do que faz!“, alguns podem querer espezinhar. Mas não é verdade. Não tenho nada contra meu trabalho. Além do mais, se esse fosse o motivo, madrugaria então com prazer aos sábados, domingos e feriados, acordando antes do galo cantar se onde eu moro existisse tal bichano. Mas que nada! São nesses dias que o que eu mais gosto é dormir a manhã inteira, sem despertador para atazanar! Talvez sofra de algum distúrbio do sono, ou quem sabe a explicação é a pura e boa preguiça.

Mas vejam só vocês! Fazem quatro dias consecutivos que eu acordo às 5:30 (CINCO E MEIA) da manhã para bater ponto na academia antes de ir para o trabalho. Nem o sol apareceu ainda quando eu me levanto. Isso, meus caros, é tão inimaginável - quem me conhece sabe que eu odeio exercício físico tanto quanto acordar cedo - que nem eu mesmo ainda acredito. Às vezes, caminhando na esteira sem sair do lugar, me pego duvidando se aquilo ao meu redor é realidade ou se, na verdade, estou dormindo na minha confortável cama e tendo um sonho não muito prazeroso. Mas quando sinto o suor escorrendo pelo meu corpo, a respiração ofegante de alguém que não está acostumado nem a subir escada, eu tomo consciência de que é tudo verdade e do quão é necessário. Antes de tomar essa árdua decisão, estava tentando ir à academia depois do trabalho, mas o cansaço e a preguiça venciam.

E o mais bizarro disso tudo, sabem o que é? Estou curtindo bastante! Depois que passa os primeiros quinze minutos ao acordar, o sono vai indo embora para dar lugar a uma disposição que não sentia há muito tempo. Além do mais, a saúde agradece. Tenho que aproveitar enquanto a idade ainda permite me cuidar, porque não quero me tornar um velho cheio de problemas nas juntas, com a saúde debilitada, tudo isso porque não me cuidei enquanto ainda era jovem.

Está certo que é uma luta diária contra o sono e a preguiça, mas desde segunda-feira que eu tenho vencido a batalha. Que seja assim todos os dias. Como dizem os AA, um dia de cada vez. Só preciso fazer alguma coisa com relação ao sono descomunal que me abate no fim da tarde, lá pelas cinco e pouco, quase seis. Mas acho que dentro de alguns dias o meu corpo acostuma e entra na rotina. Tomara.

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Novidade

Andre Sa on January 22nd, 2007

Para quem curte fotografia ou quer dar uma olhada nas fotos que ando tirando:

Everyday Blues PhotoBlog

Dá uma passadinha por lá, navegue nas fotos que já estão no ar e deixe seus comentários. Outras serão acrescentadas em breve.

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Milagres acontecem

Andre Sa on January 15th, 2007

Neste último sábado, apesar de todos apelos contrários por parte do meu ser, finalmente me inscrevi na academia. Depois de mais de três ou quatro anos longe da malhação, decidi que era mais do que necessário tomar vergonha na cara e começar alguma atividade física. Com menos de 30 anos, meu corpo já está dando sinais de que alguma coisa está errada, e o errado mesmo é a idade: ainda estou muito novo para sentir palpitações e ficar com a respiração difícil após subir alguns lances de escada.

Sendo assim, coloquei na cabeça que o melhor é se sacrificar agora (eu odeio academia ou qualquer atividade física), enquanto ainda estou relativamente novo, do que deixar o tempo passar e, quando for ver, não ter mais jeito de recuperar. A última coisa que eu quero é envelhecer e me tornar um daqueles idosos cheios de problemas de saúde, com dor em tudo que é lugar. É necessário preparar meu corpo agora para o futuro.

Passei o domingo e o dia de hoje com alguns músculos doloridos. Eles estão reclamando com toda razão: fazia tempo que eu não os utilizava com tanto afinco. Mas é só passar umas duas semaninhas que logo eles se acostumam. O mais difícil mesmo será eu me acostumar com a idéia de freqüentar uma academia seis vezes por semana. Mas vamos lá! Como todo ex-alcóolatra, vamos vencer um dia de cada vez.

E quem disse que milagres não acontecem? ;-)

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De volta

Andre Sa on November 29th, 2006

Pois é… como dizem por aí, tudo que é bom passa rápido. As últimas três semanas foram maravilhosas, mas acabaram. Agora estou de volta à realidade, ao batente do dia-a-dia, mas com certeza totalmente renovado. Foi uma viagem inesquecível, cada minuto foi curtido ao máximo, tantas coisas novas, tantos lugares diferentes, um mergulho de 21 dias em uma cultura diferente, em “um mundo novo, cheio de encantos, onde tudo é belo” (plagiando o saudoso Tim Maia).

Prentendo escrever muito sobre essa minha viagem. Fazer desse blog um espaço onde vou guardar minhas lembranças, eternizar os momentos vividos, as curiosidades percebidas, os micos passados, as impressões imprecisas e pessoais sobre essas três semanas de viagem.

Não quero ser rude, mas vou escrever mais para mim do que parar qualquer um que caia de pára-quedas nesta bloga. Não pretendo pormenorizar a viagem, fazer disso um diário de bordo com qualquer que seja a pretensão, um guia de viagem ou algo do gênero. Vou apenas despejar em palavras as lembranças, enquanto ainda estão vivas na minha mente, para que eu possa no futuro resgatá-las e poder revivê-las. Somá-las às lembranças fotográficas que eu já tenho, e bastante até (umas 1500 fotos!!!). Prentendo até colocar algumas por aqui, quando estiver falando sobre algo ou algum lugar, para ilustrar.

Isso tudo é o que eu prentendo. Vamos ver se o tempo, esse nosso inimigo da correria do dia-a-dia, me permite.

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Contagem Regressiva

Andre Sa on October 26th, 2006

Eu sei que já é chavão, mas como o tempo voou. Parece ontem que decidimos viajar e começamos a preparação da viagem. E hoje faltam menos de 10 dias para estarmos aterrissando no aeroporto JFK, em Nova York. Ansiedade total, dá para imaginar.

Está quase tudo preparado para partirmos. Tirando as malas, que só vão ficar prontas no dia anterior, só resta comprarmos as passagens daqui para Manaus (de onde o vôo da Copa Airlines vai sair) e aguardarmos a chegada do nosso Visa Travel Money, um primo rico do Traveler’s Check.

Depois de muito pesquisar, concluímos que a forma mais econômica para chegar em Nova York a partir daqui de Porto Velho seria saindo do Brasil por Manaus, através de uma companhia aérea que eu nunca tinha ouvido falar antes chamada Copa Airlines. Confesso que no início fiquei receoso pela segurança do vôo e tudo mais, porém a diferença de preço entre uma opção pela TAM e pela Copa foi de suma importância para que meu receio escorresse pelo ralo do banheiro. Afinal, uma diferença de quase 100% do valor faz qualquer um perder o medo. Sairemos de Manaus em um sábado à tarde, faremos uma rápida conexão no Panamá e pousaremos em solo americano meia-noite e meia de domingo. Uma beleza, se não fosse o fato de termos que sair daqui de Porto Velho no vôo de 1:30 da madrugada e chegarmos em Manaus às 3:30. O que fazer durante as quase 12 horas de espera é o problema. Mas tudo bem.

Um problema que tivemos aqui em Porto Velho foi adquirir Traveler’s Checks. Impossível. A única agência do Banco do Brasil que trabalha com câmbio na cidade simplesmente “não está tendo” nenhum para vender. O jeito foi apelar para a boa e velha internet: em uma rápida pesquisa, descobri o VTM - Visa Travel Money - que é uma espécie de um cartão de débito onde você carrega com um valor determinado de dólares e pode usar nos Estados Unidos mediante o uso de uma senha numérica em qualquer estabelecimento que aceite a bandeira Visa, ou ainda sacar dinheiro em qualquer caixa eletrônico mediante uma taxa por saque. Existem algumas casas de câmbio que trabalham com o VTM, e a que eu escolhi tem o serviço de postagem do cartão, já que eu não moro na cidade onde eles possuem filiais. Muito interessante. Depois da viagem eu comento o que eu achei do serviço como um todo.

Enquanto o “Dia D” não chega, nos momentos de folga pesquiso o máximo possível a respeito dos lugares onde vou passar, para tentar definir um pré-roteiro básico do que ver ou onde ir. Mas, pelo que eu estou sentindo, o roteiro de verdade será feito ao vivo, no decorrer da viagem, conforme nossa própria vontade mandar. E essa, para mim, é a maior vantagem de uma viagem por conta própria do que por excursão. Verei se estou enganado em breve! :-)

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29 de outubro

Andre Sa on October 4th, 2006

E, graças a Deus, vamos pro Segundo Turno. Que venham os debates!

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Viagem aos Estados Unidos - o Dólar

Andre Sa on September 22nd, 2006

Quer dizer que é só eu confirmar a minha viagem que a economia descamba, o risco-país sobe, a bolsa cai e o dólar aumenta? É muita perseguição, não é não?

Espero que esse dólar se acalme e não comece a disparar, se não eu estou ferrado.

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Viagem aos EUA - O Visto

Andre Sa on September 21st, 2006

Pois bem, vamos ao segundo capítudo da novela: de passaporte na mão, estava faltando o principal - o visto para poder entrar nos Estados Unidos. Aqui vai a primeira dica para quem está se aventurando na tentativa de tirar o visto: o site Visto Online, onde você conseguirá agendar a sua entrevista em uma das embaixadas americanas, seja no Rio de Janeiro, em São Paulo ou Brasília.

Para ter acesso às informações do site, ao formulário eletrônico que é necessário preencher, e ao agendamento da entrevista, é necessário pagar uma taxa de 38 reais. Se o pagamento for pela Internet, o acesso é liberado automaticamente. A partir de então, você terá a opção de preencher no próprio site o formulário chamado DS-156, que você irá imprimir depois, ou então poderá baixá-lo para preencher à mão. Existe ainda um outro formulário, o DS-157 que também precisa ser preenchido por todos os maiores de 16 anos que pretendem tirar um visto de não-imigrante.

Até o dia da entrevista, será necessário pagar uma taxa em reais equivalente a 100 dólares. Isso só pode ser feito através de uma das agências do Citibank no país. Não é necessário que a própria pessoa vá ao banco pagar a taxa, mas é preciso que leve o número do passaporte e o nome da pessoa proprietária do passaporte que está tirando o visto. A taxa paga fica vinculada a essas informações. Caso você faça sua entrevista em Brasília, existe uma agência do Citibank dentro da embaixada, onde você poderá fazer o pagamento antes da entrevista (só não esqueça de levar dinheiro para isso!).

Além dos formulários preenchidos e da taxa de 100 dólares paga, é necessário levar para a entrevista o próprio passaporte (claro), e documentos que comprovem algum tipo de vínculo com o Brasil, tais como Imposto de Renda, os três últimos contra-cheques, documento de automóvel, etc. Eu levei uma porção de documentos, mas só pediram os três últimos contra-cheques e o Imposto de Renda do ano passado.

Uma coisa é certa: está bem difícil conseguir o visto. Antes de eu ser chamado para a entrevista, muitas pessoas tiveram seu pedido negado. Pelo menos em Brasília, as entrevistas não são privativas. Todo mundo que está sentando aguardando ser chamado acaba ouvindo parte da conversa. E, pelo que eu pude notar, praticamente 80% das pessoas que foram atendidas antes de mim, saíram da embaixada com seu passaporte na mão, ou seja, sem o visto. A questão é bem simples: eles precisam acreditar que você tem intenção de ir para os Estados Unidos e voltar para o Brasil. Se eles desconfiarem, por algum motivo, que a intenção é apenas conseguir um modo de entrar nos Estados Unidos, mesmo que seja pequena a desconfiança, eles irão negar o visto. Esteja certo disso.
Em Brasília, os passaportes que ficam retidos para receberem o visto só podem ser retirados no dia seguinte, na parte da tarde. Quando a entrevista acontece na sexta, como foi o meu caso, o passaporte só é liberado na segunda à tarde. Quem não pode voltar para pegar, por não morar próximo, existe uma agência dos correios dentro da embaixada de Brasília que envia o passaporte de volta para você por sedex. Para isso, se o visto foi aprovado, basta se dirigir à agência depois da entrevista e deixar preenchido e pago o envelope de sedex. O meu passaporte chegou na segunda-feira mesmo, são e salvo, e com o visto bem reluzente “carimbado” em uma das páginas.

E assim terminou, com final feliz, mais essa etapa do longo processo que irá culminar com a minha viagem aos Estados Unidos em novembro. O próximo passo é definir o roteiro e começar a agendar hotéis, comprar passagens, programar passeios, etc. Pretendo ir relatando aqui todos esses passos e, claro, a própria viagem. Aguardem os próximos capítulos! :-)

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Viagem aos EUA - parte I

Andre Sa on September 19th, 2006

E então, depois de muito tempo confabulando e nos programando, decidimos que poderíamos viajar para os Estados Unidos, aproveitando um congresso internacional que acontecerá no mês de novembro, em Las Vegas.

A decisão final foi tomada em meados de agosto. A partir daí, começaram os planejamentos. Definição das datas e o esboço de um roteiro foram os primeiros passos.

Cadê o passaporte? Lá fui eu a cata do meu, que nessa mudança acabou ficando no Rio, mas minha mãe já tinha me enviado por correio, junto com outros documentos que eu havia esquecido por lá. Primeiro contra-tempo: meu passaporte já não era mais válido. Sem problemas, nesses tempos de internet, é fácil descobrir como renová-lo. Visitando o site da Polícia Federal, logo na página inicial existe um link para as informações que eu precisava. Ali, você encontra um formulário de requerimento de passaporte (modelo DPF-219) que pode ser preenchido online ou ser baixado e impresso. Cada estado possui um posto autorizado a emitir passaporte. No caso de Rondônia, existem postos em Guajará-Mirim, Vilhena e Porto Velho. Além do formulário preenchido, é necessário levar as seguintes documentações:

. Carteira de identidade;
. Título de Eleitor e comprovantes de que votou na última eleição (dos dois turnos, se houve). Na falta dos comprovantes, declaração da Justiça Eleitoral de que está quite com as obrigações eleitorais. Esta declaração pode ser tirada pela internet através deste link;
. Certificado de Reservista, para os requerentes do sexo masculino com idade entre 18 e 45 anos;
. 02 (duas) fotografias iguais do tamanho 5 x 7 cm, datadas (dia, mês e ano, sendo o ano com quatro dígitos) tiradas há no máximo seis meses, com fundo branco, de frente e que identifique plenamente o requerente. Observação: tire logo três, porque você irá precisar para quando for tirar o visto;
. Comprovante de pagamento da taxa em REAIS (R$ 89,71), por meio da guia GRU (Guia de Recolhimento da União), que deverá ser preenchida pela internet, sendo necessário o CPF do requerente ou responsável, código da receita e da unidade arrecadadora conforme tabela das receitas existente na própria guia;
. Apresentar o Passaporte anterior, quando houver (válido ou não). A não apresentação deste, por qualquer motivo, implica em pagamento da taxa em dobro;

Com isso em mãos, eu fui ao posto da Polícia Federal em Porto Velho e, no dia seguinte, já estava com meu passaporte válido em mãos.

A próxima etapa foi a mais complicada: conseguir o visto para entrar nos Estados Unidos. A complicação começa pelo fato de só existirem embaixadas americanas em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. E eu, por morar em Rondônia, precisei ir à Brasília para tentar conseguir meu visto. Esse capítulo fica para o próximo post.

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Paradão

Andre Sa on July 2nd, 2006

Esse blog aqui está que nem o Roberto Carlos na cobrança de falta que culminou no gol de Henry da França: paradão, paradão…

Um dia volta.

Será?

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A Viagem

Andre Sa on May 27th, 2006

No último fim de semana viajei para Rio Branco, capital do Acre, conforme informei no post anterior. É um lugar interessante. Se eu não estivesse morando por aqui, provavelmente nunca teria ido para lá. Valeu a oportunidade.

A cidade está muito bonita, pelo menos as áreas mais centrais. Pelo que o pessoal que mora por lá me informou, parece que o atual governador do Acre está melhorando bastante a cidade (sim, o governador mesmo), as principais estradas estão bem conservadas, obras estão sendo realizadas para todos os lados… uma beleza! Achei a cidade de Rio Branco mais bem cuidada do que Porto Velho.

O estranho mesmo é você olhar a sua passagem de avião e ver coisas do tipo:

- Horário de partida: 8:30am
- Horário de chegada: 8:20am

Uma verdadeira viagem no tempo! :-) Óbvio que o motivo é o fuso horário, já que Rio Branco está uma hora a menos de Porto Velho (e duas horas a menos que Brasília).

Visitei uma fazenda do tio da Renata, que fica a uns 50km da capital, sendo metade do caminho em estrada de terra. Uma verdadeira aventura: buraqueira para tudo quanto é canto, um pula-pula danado!

Tirei várias fotos do passeio e pretendo colocar algumas no FlickR dentro de alguns dias.

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