Novo programa no ar!
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Um anúncio bem rapidinho… renascido das cinzas, depois de mais de um ano abandonado, volta ao ar o Everyday Blues Podcast, com a sua 25a. edição… Quer escutar? Então vai lá!
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Agenda do fim de semana
E como sábado é dia de curtição, nada melhor do que encarar um showzinho de blues para embalar a noite. Hoje, dia 28 de junho, tem pelo menos três opções de shows de blues rolando pela cidade do Rio de Janeiro.
. Big Gilson se apresenta a partir das 21 horas no Mistura Fina, em Ipanema, tocando clássicos do blues, além de músicas que vão desde o primeiro disco solo, “Yellow Mojo Blues“, até o “Chrysalis“. Também apresentará músicas do álbum “Sentenced To Living“, que será lançado no final deste ano. O show contará ainda com a participação especial do gaitista Jefferson Gonçalves. O Mistura Fina fica na Av. Rainha Elizabeth, 769 – Ipanema. Informações pelo telefone (21) 2523-1703. O ingresso custará R$30,00.
. As bandas Mojo Society e A Bolha estarão se apresentando no Bar do Tom, às 23 horas, que fica na rua Adalberto Ferreira, 32, no Leblon (anexo ao Plataforma). O valor do ingresso é R$ 50,00, porém se você enviar um email com seu nome para producao@mojosociety.com.br , sai pela metade do preço.
. A banda Blues Etílicos se apresenta no Cinematheque Jam Club, que fica na rua Voluntários da Pátria, 53, em Botafogo. O show ainda terá a participação de Maurício Sahady. Mais informações podem ser adquiridas no telefone (21) 3474-3363.
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Rio das Ostras Jazz & Blues
A pouco mais de 170 quilômetros de distância do Rio de Janeiro acontecerá mais uma vez o já clássico Rio das Ostras Jazz & Blues Festival. A cidade fica na Região dos Lagos, conhecida por suas praias paradisícas e que pela sexta vez abriga esse que é um dos melhores festivais do gênero do país, assim como o que acontece em Búzios anualmente em julho.
Este ano, no rol da programação, presenças mais do que ilustres poderão ser curtidas de graça e ao ar livre. Nomes como John Mayall & The Bluesbreakers (que está em turnê pelo país), John Scofield Trio & The Scohorns, Russell Malone, Vernon Reid, Blues Etílicos, Robson Fernandes Blues Band, The Godfathers of Groove com Léo Gandelman. A programação completa com datas e horários dos shows pode ser conferida aqui.
Além dos shows, a Costazul abrigará a Casa do Jazz & Blues. No espaço haverá exposição de fotos e biografias dos artistas mais importantes do jazz e do blues, além da exibição de documentários sobre música. A infra-estrutura de Costazul contará, além do palco principal, com uma praça de alimentação com restaurantes, um telão que transmitirá os shows ao vivo e um ponto de venda de CDs, revistas e camisetas.
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Joss Stone no Brasil em Junho
Em 2003, com apenas 16 anos, Joss Stone estreou no cenário da soul music internacional. Foi em 2004, graças a um presente de aniversário de um grande amigo meu, que conheci a divina voz da cantora e compositora inglesa que, ainda adolescente, tinha uma voz de diva do soul. Paixão musical a primeira vista (ou melhor, primeira ouvida).
O álbum que ganhei, na época, era o segundo lançamento de Joss Stone, chamado “Mind, Body & Soul“, com músicas compostas pela própria cantora. Em 2003 ela já havia lançado “The Soul Sessions“, seu álbum de estréia que é recheado de covers da soul music. Após 4 anos sem lançar nada de novo, em 2007 ela gravou “Introducing Joss Stone“, que na minha opinião foge um pouco dos seus primeiros trabalho, mas que nem por isso pode ser considerado um declínio em sua carreira. “Introducing Joss Stone” traz uma mistura de soul, R&B e hip-hop, tornando o disco o mais eclético de sua trajetória.
E, para a felicidade de seus fãs brasileiros (que inclusive soltaram vídeos no YouTube para que a cantora viesse ao Brasil), Joss Stone virá pela primeira vez ao país onde fará 5 apresentações no mês de junho deste ano. A turnê começa no Rio de Janeiro e passa por São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.
Shows de Joss Stone no Brasil:
13 de junho - Rio de Janeiro - Vivo Rio
15 de junho - São Paulo - Via Funchal
16 de junho - São Paulo - Via Funchal
18 de junho - Curitiba - Teatro Positivo
19 de junho - Porto Alegre - Pepsi on Stage
Os valores dos ingressos para o show do Rio variam de R$ 190,00 (pista) a R$ 480,00 (camarote B). Já para os shows de São Paulo, os preços variam de R$ 150,00 (pista setor B) a R$ 400,00 (camarote). Preços bem salgados, principalmente para quem não tem a mamata de pagar meia-entrada por não ser estudante ou por não ter falsificado uma carteirinha.
Por uma feliz coincidência, talvez eu esteja no Rio de Janeiro nesta data. Se eu estiver, é bem provável que não perderei esse show, que deve ser fantástico.
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Clapton
No finzinho desse ano que passou, comprei a autobiografia do Eric Clapton, lançado no país pela editora Planeta. Escrito de forma simples e objetiva, Clapton abre o jogo sobre todos os percalços que passou durante sua trajetória, começando os problemas logo quando criança, passando por duas fases dramáticas de queda vertiginosa, levado pelas drogas e pelo álcool, e chegando a a superação através de muita determinação.
Clapton começa a biografia contando sua infância já turbulenta, retrata seus problemas quando adolescente, mas a coisa toda começa a degringolar de vez quando torna-se mundialmente famoso ao formar a banda Cream. E é nesse período de tormenta pessoal e sucesso musical que ele se desnuda completamente, sem hipocrisia ou falso moralismo, focando sua narrativa mais para a trajetória pessoal do que para o seu vasto trabalho musical.
No livro, Clapton confessa já ter pensado no suicídio algumas vezes e até mesmo tentado uma vez, sem sucesso, claro. É de admirar que ele tenha sobrevivido a tanta droga, de não ter tido overdose e morrido ainda jovem, como tantos outros rock stars daquela época.
Para quem é fã de Clapton, como eu, o livro é obrigatório. Depois que você começa a ler, não quer parar até chegar à última página. É interessante ir acompanhando sua trajetória, enquanto ele pincela algumas informações sobre álbuns, turnês, shows e canções que foi fazendo com o tempo.
Para quem não conhece direito ou não gosta muito do estilo musical de Clapton, o livro é interessante pois mostra como alguém que chegou ao fundo do poço em termos de vício e de jogar a vida no lixo, conseguiu superar tudo isso, dar a volta por cima e, milagrosamente ainda vivo, poder se tornar um bom pai, um músico conceituado e, sem dúvida alguma, uma pessoa melhor do que ele era.
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Oswaldo in Town
Ele está longe de ser uma unanimidade, mas tenho que confessar que eu curto o som de Oswaldo Montenegro. Tenho dezenas dos CDs que ele já lançou e fui a diversos shows que ele fez no Rio de Janeiro.
E não é que, depois de estar morando aqui em Porto Velho por um ano e meio, pela primeira vez sairei de casa para ir a um show: Oswaldo estará se apresentando hoje à noite, às 20:30 no SESC da cidade, e meu ingresso já está reservado. Não será o show completo, com banda e tudo mais, será a versão solo. Mas, convenhamos, tá bom demais, principalmente porque por aqui só costuma aparecer umas bandas de forró que eu nunca ouvi falar, até porque eu não gosto de forró.
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Dois Quartos
Tenho que confessar uma coisa aos dois leitores dessa bloga: eu sou, sim, fã de Ana Carolina.
Comecei a escutar Ana Carolina quando ela lançou seu primeiro CD, com hits como “Garganta“, “A Canção Tocou na Hora Errada“, entre outros. Um álbum recheado de canções deliciosas. A cada novo CD lançado, ela me surpreende. Não tem como escutar Ana Carolina e não gostar. Pelo menos na minha opinião.
Esse último álbum, Dois Quartos, não pára de tocar no meu iPod. Principalmente o primeiro CD, o “Quarto”. Não consigo escolher a melhor música. São quase todas excelentes. No quesito balada e letra bonita, destaco as melódicas “Aqui” e “Vai“:
Aqui
Eu nunca disse que iria ser
A pessoa certa pra você
Mas sou eu quem te adora
Espera aí,
Nem vem com essa estória
Eu nem quero ouvir
Não dá pra te esquecer agora
Como assim?
Você disse que me amava tanto ontem
Eu juro que ouvi
Calma aí!
Que diabo você tá dizendo agora?
Que onda é essa de outro lance pra viver?
Você nem pode tá falando sério
Vivi pra você
Morri pra você
Pois então vai
A porta esteve aberta o tempo todo, sai
O que está esperando? Você sabe voar
Outro destaque é para a grude “Rosas“. O ritmo vibrante, a letra pegajosa (é só ouvir o refrão pela primeira vez e ele não sai mais da cabeça), faz com que essa seja um hit certo.
Porque eu gosto é de rosas e rosas e rosas
Acompanhadas de um bilhete me deixam nervosa
Toda mulher gosta de rosas e rosas e rosas
Muitas vezes são vermelhas mas sempre são rosas
Com a faixa “Eu comi a Madona“, Ana Carolina escancara seu lado bissexual, cantando com todas as letras que realmente ela gosta de “rosas”…
Me esquenta com o vapor da boca
E a fenda mela
Imprensando minha coxa
Na coxa que é delaDobra os joelhos e implora
O meu líquido
Me quer, me quer, me quer e quer ver
Meu nervo rígidoÉ dessas mulheres pra comer com 10 talheres
De quatro, lado, frente, verso, embaixo, em pé
Roer, revirar, retorcer, lambuzar e deixar o seu corpo
Tremendo, gemendo, gemendo, gemendoEla tava demais
O peito nu com 5 ou 6 colares
Me fez levitar em meio aos 7 mares
E me pediu que lhe batesse, lhe arrombasse, lhe chamasse
De cafona, marafona, bandidonaFui quente, toda língua e me encoxou
Me apertou, me provocou e perguntou:
Quem é tua dona? Quem é tua dona?Fui eu que quem bebi, comi a Madona
Chegou com mais três amigas, cinta-liga
Perna dura, dorso quente, toda língua e me encoxou
Me apertou, me provocou e perguntou:
Quem é tua dona? Quem é tua dona?Fui eu quem bebi, comi a Madona
Para quem curte uma boa música, recomendo não só esse, como os outros álbuns de Ana Carolina. Mas, convenhamos, recomendação de fã não é lá muito isenta, não é mesmo?
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Cadê o PROCON?
Esse é mesmo o país do desrespeito aos consumidores (entre outras coisas). O que a organização responsável pelos shows do U2 está fazendo é um crime, mas nenhum órgão toma providências. Anote o nome aí do criminoso: Accioly Entretenimento e Planmusic.
É preciso ser muito fã para ficar mais de 12 horas em uma fila, debaixo de um sol escaldante, vendo o número de pessoas a sua frente crescer com neguinho furando fila, e, ainda assim, não ter a certeza de que vai ter seu ingresso garantido. Como se isso não bastasse, o ingresso mais barato custa “apenas” R$ 200,00 (o mais caro, um tal de espaço Pão de Açúcar Emotion, custa R$ 380,00 - põe emotion nisso!).
Por esse valor, eu compro uns três ou quatro DVDs do U2 e assisto tudo de camarote, com direito a ar-condicionado e som DTS 5.1.
Update:
1. Algumas horas depois de eu ter publicado esse post, li na Folha Online que o Procon-SP, através de uma nota enviada à imprensa, ameaça punir os organizadores do show do U2. Parece que finalmente o Procon resolveu se pronunciar. Vamos ver se dá em alguma coisa.
2. Quem tem o canal pago HBO Plus poderá assistir em primeira mão (dia 21 de janeiro, às 23:05), e sem estresses, o show da turnê “Vertigo 2005″, gravado em Chicago. A princípio, este show será praticamente o mesmo que a banda irlandesa fará em São Paulo.
Leia mais sobre a confusão das vendas:
Filas para ingressos do U2 têm até venda de lugares.
Caos marca 1o. dia de venda de ingressos do U2.
Organização do U2 pede desculpas e distribui senhas.



