E não é que desta vez o Norte e o Sul foram premiados com a sorte grande? Um apostador de Santa Catarina e outro de Rondônia, estado no qual este que vos escreve está morando atualmente, foram os acertadores do sorteio da Mega-Sena deste fim de semana.
Cada um vai ganhar mais de 27 milhões de reais, já deduzidos os devidos impostos. Não é pouca coisa, não.
Infelizmente, eu não fui esse tal acertador aqui destas paragens. Algum outro felizardo deve estar sem conseguir dormir pensando o que vai fazer com tanto dinheiro. Eu não conseguiria dormir se fosse o vencedor. Mas, para ser um deles, seria necessário ao menos fazer a tal fezinha, jogar nem que fosse um volante. Como não o fiz, as chances de ganhar alguma coisa estão descartadas.
Aí, lendo o noticiário local, me deparo com a notícia que hoje no início da noite um infarto fulminante matou um conselheiro do Tribunal de Contas aqui de Rondônia. Na minha mente sórdida, veio a imagem do cidadão conferindo as dezenas da Mega-Sena e, não suportando a emoção, caindo duro para trás. Teria sido o milionário mais breve de toda a história. “Nunca antes neste país um vencedor da Mega-Sena morreu tão rapidamente“, diria Lula, aquele mesmo que afirmou hoje que “ninguém tem mais autoridade moral e ética do que o PT“. Até me senti ofendido, mas isso é papo para outra hora.
(Para que fique claro, a morte do Conselheiro não teve nada a ver com a Mega-Sena, não. Isso foi só uma divagação sem nexo que me ocorreu. Coisa de doido, liga não.)














Eu passei três vezes na frente da lotérica e não joguei. Bem feito para mim.
Excelente fluência do teu texto, mesmo com as divagações. Parabéns. Passa lá no meu bar.
Amplexos.
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Obrigado pela visita e pelo comentário. Já estou dando uma passadinha lá no seu bar.
Abraços.
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Eu conseguiria dormir em Los Angeles… Ai, só um milhãozinho já me deixava feliz…
Abs
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