Finalizadas as comemorações nababescas do carnaval, o Brasil dá início – agora, sim – a um novo ano.
Minha viagem de retorno após um ano à minha cidade natal, ainda Maravilhosa, foi excelente. Pouco mais de seis dias que passaram num piscar de olhos, e nem a hora extra do fim do horário de verão foi suficiente para reduzir a sensação de “quero-mais”.
Poder rever os amigos e curtir minha família foram os pontos altos da viagem. Não fizemos nem metade do que gostaríamos, mas o que fizemos foi aproveitado ao máximo, cada momento, cada sensação.
Não passei perto de nenhum bloco, não vi as escolas de samba desfilarem, nem notei que era carnaval. A cidade parecia mais tranqüila, menos cheia, ou pelo menos por onde passei. Estive em Copacabana, num restaurante da Av. Atlântica chamada Arab. Delicioso. Me senti o verdadeiro turista na cidade onde morei por mais de 28 anos. Não caminhei pelo calçadão das pedras portuguesas formando ondas. Não deu tempo.
Não fui à praia, mas curti um solzinho em uma piscina da cobertura onde meu pai mora, acompanhado de um delicioso churrasco e um saral bem animado.
Curti muito minha irmã, minha mãe, meu pai, meu meio-irmão. Curti também meus seletos e grandes amigos, amizade que já passa de década e que, tenho certeza, irá durar outras tantas. Foi pouco tempo, não deu para matar todas as saudades, mas até o fim do ano tem mais. Ou melhor, no fim do ano tem mais. Enquanto isso, MSN, Skype, Gtalk, email, webcam e microfone (essenciais), enfim, tudo isso que a Internet nos proporciona para tentar matar um pouquinho da saudade que ainda fica.
E o Rio de Janeiro continua… lindo.














Pois é, pode ser que agora, após o carnaval, eu possa colocar minha vida sob os trilhos. Abs
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Eu tbém ouvi em cinema com sourround e quase fiquei surda com os gritos da Jennifer Hudson!
Abs
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Bah, só da eu comentando teu blog, André. Esses outros visitantes estão muito tímidos. Caro jornalista, estou fazendo uma série de entrevistas com blogueiros e queria saber se não posso te entrevistar uma hora dessas. Um abraço
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Maitê,
Não é que os outros visitantes sejam tímidos. É que não existem outros visitantes, tirando você e a Rê, minha noiva. hehehehehe… Quanto à entrevista, não sei bem o que eu poderia acrescentar, se eu daria um bom entrevistado, mas tudo bem. Eu topo. Abraços.
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