Contagem Regressiva

Eu sei que já é chavão, mas como o tempo voou. Parece ontem que decidimos viajar e começamos a preparação da viagem. E hoje faltam menos de 10 dias para estarmos aterrissando no aeroporto JFK, em Nova York. Ansiedade total, dá para imaginar.

Está quase tudo preparado para partirmos. Tirando as malas, que só vão ficar prontas no dia anterior, só resta comprarmos as passagens daqui para Manaus (de onde o vôo da Copa Airlines vai sair) e aguardarmos a chegada do nosso Visa Travel Money, um primo rico do Traveler’s Check.

Depois de muito pesquisar, concluímos que a forma mais econômica para chegar em Nova York a partir daqui de Porto Velho seria saindo do Brasil por Manaus, através de uma companhia aérea que eu nunca tinha ouvido falar antes chamada Copa Airlines. Confesso que no início fiquei receoso pela segurança do vôo e tudo mais, porém a diferença de preço entre uma opção pela TAM e pela Copa foi de suma importância para que meu receio escorresse pelo ralo do banheiro. Afinal, uma diferença de quase 100% do valor faz qualquer um perder o medo. Sairemos de Manaus em um sábado à tarde, faremos uma rápida conexão no Panamá e pousaremos em solo americano meia-noite e meia de domingo. Uma beleza, se não fosse o fato de termos que sair daqui de Porto Velho no vôo de 1:30 da madrugada e chegarmos em Manaus às 3:30. O que fazer durante as quase 12 horas de espera é o problema. Mas tudo bem.

Um problema que tivemos aqui em Porto Velho foi adquirir Traveler’s Checks. Impossível. A única agência do Banco do Brasil que trabalha com câmbio na cidade simplesmente “não está tendo” nenhum para vender. O jeito foi apelar para a boa e velha internet: em uma rápida pesquisa, descobri o VTM – Visa Travel Money – que é uma espécie de um cartão de débito onde você carrega com um valor determinado de dólares e pode usar nos Estados Unidos mediante o uso de uma senha numérica em qualquer estabelecimento que aceite a bandeira Visa, ou ainda sacar dinheiro em qualquer caixa eletrônico mediante uma taxa por saque. Existem algumas casas de câmbio que trabalham com o VTM, e a que eu escolhi tem o serviço de postagem do cartão, já que eu não moro na cidade onde eles possuem filiais. Muito interessante. Depois da viagem eu comento o que eu achei do serviço como um todo.

Enquanto o “Dia D” não chega, nos momentos de folga pesquiso o máximo possível a respeito dos lugares onde vou passar, para tentar definir um pré-roteiro básico do que ver ou onde ir. Mas, pelo que eu estou sentindo, o roteiro de verdade será feito ao vivo, no decorrer da viagem, conforme nossa própria vontade mandar. E essa, para mim, é a maior vantagem de uma viagem por conta própria do que por excursão. Verei se estou enganado em breve! :-)

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Este é um blog pessoal escrito por André Sá, (28, 29, 30, 31) 32 anos, carioca branco azedo de praia, fã de blues, fotografia, cinema e literatura em geral.

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