Cadillac Records, o filme
Cadillac Records é mais do que um filme que tenta contar um pouco da história da famosa gravadora americana de black music, a Chess Records , que foi a responsável por lançar grandes lendas do blues tais como Muddy Waters , Little Walter , Howlin’ Wolf , Etta James , e até mesmo Chuck Berry . Assistindo ao filme, que sem dúvida possui belíssimos números musicais de deixar arrepiado qualquer fã de blues, percebe-se que ele vai além da questão biográfica, conseguindo dar foco às relações humanas e aos dramas pessoais dos músicos.
O filme, dirigido por Darnell Martin, começa contando a descoberta de Muddy Waters (interpretado pelo ótimo Jeffrey Wright) nas plantações do Mississipi e sua ida para Chicago. Lá, acaba conhecendo Leonard Chess (Adrien Brody), que após abrir um club de blues na cidade, decide fundar uma gravadora, a Chess Records. Começa então a assinar contratos com novos talentos, tais como o músico e letrista Willie Dixon (Cedric the Entertainer), o próprio Muddy Waters, Little Walter (Columbus Short), Howlin’ Wolf (Eamonn Walker, perfeito em sua caracterização) e Etta James (Beyoncé Knowles, soltando seu vozeirão como nunca). Leonard Chess passa a tratar os músicos como parte de sua família e tem que lidar com seus problemas, como envolvimento como álcool e drogas. O filme mostra ainda a época em que a gravadora foi a responsável por lançar o Rock And Roll, em 1955, quando lançou Chuck Berry (interpretado por Mos Def), momentos em que a gravadora ainda estava em seu ápice.
Com elenco de primeira, trilha sonora impecável, o filme consegue atrair a atenção até de quem nem conhece muito sobre blues. Mas acredito que são os fãs desse gênero musical que vão gostar de ver suas grandes lendas serem interpretadas tão bem e suas histórias serem pinceladas de forma tão vibrante e emocionante. Obviamente que o filme não é um documentário e, sendo assim, não retrata fielmente a história da gravadora e muito menos cita todos os artistas que já passaram por ela. Senti falta de ver Buddy Guy representado, uma vez que fez parte da gravadora de 1959 a 1968, e atualmente é sem dúvida um ícone do chamado Chicago blues. Porém, ao que tudo indica, a Chess Records foi responsável por atravancar um pouco a carreira de Buddy, uma vez que Leonard Chess achava seu estilo de tocar muito barulhento e se recusou a fazer gravações em estúdio no estilo que costumava tocar ao vivo. Dessa forma, durante esses anos, ele acabou se tornando apenas um guitarrista rítmico que dava apoio nas gravações aos outros artistas.
No Youtube, o trailer oficial do filme. Abaixo, um vídeo (em inglês) com entrevistas com alguns dos artistas falando sobre o filme e seus personagens:
—————————–
Beyonce como Etta James, cantando I’d Rather Go Blind
Beyonce como Etta James, cantando At Last
Blues e Jazz em Rio das Ostras é opção para o feriado
O Estado do Rio de Janeiro abriga um evento essa semana que vai agradar os fãs de blues e jazz, além dos apreciadores da bela natureza praiana. Para quem ainda está na dúvida do que fazer no feriadão, é uma excelente pedida.
Começa amanhã na cidade litorânea da Região dos Lagos do Rio de Janeiro, a sétima edição do Rio das Ostras Blues & Jazz Festival. Com início amanhã, dia 10, o festival aproveita o feriado de Corpus Christ e vai até o dia 14 de junho. Serão cinco dias de shows gratuitos e ao ar livre, em três pontos diferentes da cidade, sempre com apresentações às 14:15 horas na Lagoa do Iriry, às 17:15 na Praia da Tartaruga, e às 20 horas na Cidade do Jazz e do blues, em Costazul.
Rio das Ostras fica localizado a apenas 170km da cidade do Rio de Janeiro, numa região conhecida por suas belas praias, ilhas deslumbrantes e paisagens paradisíacas, e onde o festival já se tornou uma tradição no calendário anual da cidade.
Esta sétima edição do festival contará com um elenco que se destaca pela sua diversidade musical, trazendo um ecletismo de estilos e gerações, com artistas que vão desde Spyro Gyra, John Hammond, Coco Montoya, Jason Miles, a nomes que incitam a modernidade e experimentação, como o trio The Bad Plus e a banda Rudder.
As atrações nacionais também são bem diversas, retratando a qualidade da música brasileira, representados por artistas como o pianista Ari Borger, o gaitista Jefferson Gonçalves, Duofel, Pau Brasil e Big Time Orchestra. O festival traz ainda a Dixie Square Jazz Band. Liderada por Marcos Vital e seu washboard, a Dixie percorre os principais pontos da cidade executando standards do jazz.
Dixie Square Jazz Band se apresentando nas ruas de Rio das Ostras em 2006
História
O Rio das Ostras Jazz & Blues acontece desde 2003. Realizado pela Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio da Prefeitura de Rio das Ostras, com produção de Stenio Mattos (Azul Produções), apresentou ao longo de suas seis edições músicos como John Mayall & The Bluesbreakers, Stanley Jordan, Jane Monheit, Will Calhoun’s, John Scofield, Mike Stern, Richard Bona, James “Blood” Ulmer, Vernon Reid, James Carter, T.S. Monk, Robben Ford, Ravi Coltrane, Roy Rogers, Stefon Harris, Dom Salvador, Luciana Souza, Yamandú Costa, Romero Lubambo, Naná Vasconcellos, Sérgio Dias, Hamilton de Holanda, Celso blues Boy, Léo Gandelman e Egberto Gismonti entre outros importantes artistas nacionais e internacionais.
Sua marca registrada é a mistura de estilos e tendências musicais, formando um painel do que há de mais importante no cenário do blues e do jazz no Brasil e no exterior. Em 2008, o festival reuniu na Cidade do Jazz e do blues um público de aproximadamente 60 mil pessoas durante os cinco dias de evento. Para 2009, a expectativa é de 25 mil pessoas por dia.
Koko Taylor morre aos 80 anos
Faleceu ontem, dia 03 de junho, a famosa cantora de blues de Chicago, Koko Taylor, aos 80 anos de idade, vítima de complicações de uma cirurgia gastro-intestinal realizada no dia 19 de maio.
Taylor sempre disse que esperava falecer no palco, fazendo o que mais amava: cantando blues. Ela quase conseguiu realizar seu desejo. Sua última apresentação ocorreu no Blues Music Awards, menos de 4 semanas antes de se internar para fazer a cirurgia.
Koko Taylor, cujo nome de batismo era Cora Walton, nasceu no Tennessee, em Memphis, mas se mudou para Chicago no início dos anos 1950. Ainda nesta década, começou a cantar em clubs de blues da cidade quando, em meados dos anos 1960, através de Willie Dixon, assinou contrato com a Chess Records para gravar o seu primeiro single “Wang Dang Doodle”, que já havia feito sucesso na poderosa voz de Howlin’ Wolf cinco anos antes. A partir de então, conseguiu gravar alguns sucessos que atingiram o topo das paradas do R&B, a maioria canções escritas por Dixon e alguns covers. Turnês dentro dos Estados Unidos no fim dos anos 1960 e início dos anos 1970 angariaram inúmeros fãs. Em 1975, Taylor assinou contrato com a gravadora Alligator Records, gravando nove álbuns, dos quais oito foram indicados ao Grammy, tornando-se um ícone no cenário feminino de artistas do blues.
Koko Taylor nunca se deixou levar pelo estilo de vida de outros artistas do blues, regado a muita bebida e drogas. Ela devotou sua vida ao blues e, dessa forma, serviu de influência para grandes cantoras como Bonnie Raitt, Shemekia Copeland, Janis Joplin, e Susan Tedeschi.
Conheça um pouco de seu trabalho através desses três vídeos. O último dos vídeos é uma apresentação ao vivo de Outubro de 2008, aos 80 anos, onde fica provado que, apesar da idade avançada, Taylor ainda sabia como cantar o blues, com voz sua voz potente.
Koko Taylor – Let The Good Times Roll - Philadelphia Folk Festival (1987)
Koko Taylor – Wang Dang Doodle
Aos 80 anos, ao vivo em Outubro de 2008 - Mother Nature
Fonte: Chicago Tribune
Rio Rock & Blues Festival
Acontece nesse fim de semana, no “Rio Rock & Blues Club”, no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, o primeiro “Rio Rock&Blues Festival”.
O festival tem início nesta sexta-feira, dia 22 de maio, às 21h, onde Roberto Soares e Marcelo Reis, integrantes da Rio Rock & Blues Band, recebem convidados para um show acústico tocando clássicos do blues.
Ainda na sexta-feira, às 23h, sobe ao palco The Johnny O. Band, guitarrista norte-americano, nascido no Colorado, que está em turnê pelo Brasil, mostrando seu trabalho com influências de Stevie Ray Vaughan, Jimmy Vaughan, Alman Brothers, entre outros.
No sábado, dia 23 de maio, às 21h, o Salinas Blues, um duo formado por Percy e Anderson Bemol, apresentam um repertório recheado de muito blues, não faltando os clássicos de B.B. King, Robert Johnson, Muddy Waters, e outros.
Para encerrar o festival com chave de ouro, às 23h do sábado, Big Gilson, um dos melhores guitarristas brasileiros de blues, faz uma grande homenagem a Eric Clapton, num tributo que contará com exposição de fotos, discos raros e vídeos do Deus da Guitarra.
O “Rio Rock & Blues Club” fica situado num casarão histórico de três andares na Lapa, o bairro da boemia carioca. No primeiro andar funciona um bar, aberto ao público. No segundo, funciona um estúdio de música para aulas e ensaio. No terceiro andar fica o clube, com um salão e um palco maravilhoso, onde acontecem os shows e os eventos.
O Clube fica na Rua do Riachulo, 20, e o telefone de contato para maiores informações sobre os shows é o (21) 8132-8583. Caso prefira, acesso a página de contato do local para enviar um email.
Eric Clapton & Steve Winwood lançam álbum ao vivo
Está sendo lançado lá fora neste dia 19 de maio um novo álbum ao vivo de Eric Clapton feito em parceria com Steve Winwood. O trabalho é resultado de um show realizado no Madison Square Garden, em Nova York, em três noites de fevereiro de 2008. A data prevista para lançamento do CD no Brasil é 29 de maio de 2009, mas já pode ser encontrado em pré-venda em algumas lojas.
Juntamente com o álbum "Live from Madison Square Garden", será lançado um DVD que registrou o melhor dessas três mágicas noites que reuniram em um só palco duas lendas vivas da música.
Em 1969, o músico e compositor Steve Winwood formou, ao lado de Eric Clapton, Ginger Baker e Ric Grech, a banda Blind Faith. A banda durou apenas uma turnê, lançando somente um álbum, devido à prematura saída de Clapton. Apesar da vida curta, Blind Faith conseguiu lançar músicas que vieram a se tornar clássicos, tais como “Can’t Find My Way Home”, escrita por Winwood, e “Presence Of The Lord”, de Clapton.
O álbum duplo contém um set de 21 músicas que viajam por diversos gêneros, incluindo músicas da época do Blind Faith (“Had To Cry Today”, “Can’t Find My Way Home”, “Presence Of The Lord”) , clássicos do blues como “Double Trouble”, “Rambling On My Mind”, sucessos de Clapton tais como “Low Down”, “Forever Man”, “After Midnight”, “Cocaine”, e versões arrasadoras para “Little Wing” e “Voodoo Chile”, esta última com nada menos do que 16 minutos de duração.
Abaixo, o setlist completo:
01. Had To Cry Today
02. Low Down
03. Them Changes
04. Forever Man
05. Sleeping In The Ground
06. Presence Of The Lord
07. Glad
08. Well All Right
09. Double Trouble
10. Pearly Queen
11. Tell The Truth
12. No Face, No Name, No Number
13. After Midnight
14. Split Decision
15. Rambling On My Mind
16. Georgia On My Mind
17. Little Wing
18. Voodoo Chile
19. Can’t Find My Way Home
20. Dear Mr. Fantasy
21. Cocaine
Do site de Eric Clapton, um vídeo com uma palhinha do show, com Eric Clapton e Steve Winwood tocando “After Midnight”.
Robert Cray apresenta músicas inéditas no show
Segue o link para o post na Sociedade Brasileira de Blues sobre o show do Robert Cray do último sábado, dia 09/05/09, quando se apresentou no HSBC Arena, no Rio de Janeiro.
Robert Cray – That’s What Keeps Me Rockin
Vídeo do Robert Cray tocando a música ainda inédita "That’s What Keeps Me Rockin" (que estará em novo álbum a ser lançado ainda no segundo semestre deste ano), em sua apresentação no HSBC Arena, no Rio de Janeiro, neste último sábado, dia 09 de maio:
Robert Cray – Nothing But A Woman
Vídeo do Robert Cray tocando a música "Nothing But A Woman" em sua apresentação no HSBC Arena, no Rio de Janeiro, neste último sábado, dia 09 de maio:
Nothing But A Woman – Lyrics
You can give me an hour alone in a bank
Pay all my tickets, wipe the slate blank
You could buy me a car, fill up the tank
Tell me a boat full of lawyers just sank
But it ain’t nothin’ but a woman
Nothin’ but a woman, no, no
Don’t need nothin’ but a woman
Any time I’m feelin’ low(Same as above)
Well, you could fly us to Dallas on a jumbo-jet plane
If we run late and miss it, we can take the night train
When the pressure is on, things getting insane
Only one cure for that kind of strainIt ain’t nothin’ but a woman
Nothin’ but a woman, no, no
Don’t need nothin’ but a woman, yeah, yeah
To get me through the showSaxophone Solo
SOLO (cool!)
Yeah, you can make me a bet, give me a ten-point spread
Give me french brandy that will clear my head
When it’s all over, feeling half-dead
Only one thing, just like I saidIt ain’t nothin’ but a woman
Nothin’ but a woman, yeah, yeah
Any time I got a woman
Things can’t be too badYou can buy me a house, turn over the deed
Bring six pounds of California weed
But my weakness ain’t drugs, whiskey, or greed
Only one thing that YOUNG BOB needsIt ain’t nothin’ but a woman
Nothin’ but a woman
Yeah, you right
Ain’t nothin’ but a woman to get me through the nightMmmmm
It’s like I said, man
Ain’t nothin’ but a woman
(various inaudible gauking)
Yeah, look at her
And that one over there
Robert Cray – Smoking Gun
Vídeo do Robert Cray tocando a música "Smoking Gun" em sua apresentação no HSBC Arena, no Rio de Janeiro, neste último sábado, dia 09 de maio:
Smoking Gun – Lyrics
I get a constant busy signal when I call you on the phone
I get a strong uneasy feeling you’re not sitting there alone
I’m having nasty nasty visions and baby you’re in every one, yeah
and I’m so afraid I’m gonna find you with a still hot and smokin gunMaybe you want to end it, you’ve had your fill of my kind of fun
but you don’t know how to tell me and you know that I’m not that dumb
I put 2 and 1 together and you know that’s not an easy sum
and I know just where to find you with a still hot and smokin guninstrumental bridge
I’m standing here bewildered, I can’t remember just what I’ve done
I can hear the sirens whining, my eyes blinded by the sun
I know that I should be running, my heart’s beating just like a drum
now they’ve knocked me down and takin it, a still hot and smokin gunyeah still hot and smokin gun
yes they’ve taken it
still hot and smokin gun
oh they’ve taken it
still hot and smokin gun
knocked me down, taken it
Robert Cray - Bad Influence
Vídeo do Robert Cray tocando a música "Bad Influence" em sua apresentação no HSBC Arena, no Rio de Janeiro, neste último sábado, dia 09 de maio:
Lyrics - Bad Influence
You used me
To get ya anything you wanted
Oh…but I’m a changed man
It’s your other friend that gets ya what you want nowIf I go through those same things again
I’ll be worse off than I started
Oh…you’re such a bad influence
Baby, you’ve got ways to make me do what you want
Oh…and you’re such a bad influence
Girl, I’ve got to stay awayI’ve been hurt
In all of the worst kinds of ways
And it’s from you, pretty baby
That Bob’s just got to stay away fromI won’t go through those same things again
I’m so glad that we partedOh…you’re such a bad influence
Baby, you’ve got ways to make me do what you want
Oh…and you’re such a bad influence
Girl, I’ve got to stay awaySomebody please
You’ve got to help me break away
You know I don’t like this lonely feeling
I wasn’t meant to be this wayOh no, I won’t go through those same things again
I’m so glad we parted, babyOh…you’re such a bad influence
And you’ve got ways to make me do what you want
Oh…and you’re such a bad influence
And I’ve got to stay away from youOh…you’re such a bad influence
Baby, you’ve got ways to make me do what you wantI can’t stand it
Whoa…oh no no
No, no, no
No, no, no
No, no, no
Oh…no no no
No, no, no(R. Cray & M. Vannice)

Robert Cray - Phone Booth
Vídeo do Robert Cray tocando a música "Phone Booth" em sua apresentação no HSBC Arena, no Rio de Janeiro, neste último sábado, dia 09 de maio:
Phone Booth - Lyrics
I’m in a phone booth, baby
Number scratched on the wall
I’m in a phone booth, baby
Number scratched on the wall
I’m new in Chicago
Got no one else to callBeen walkin’ all day
For old friends I can’t find
Hearts so cold
Had to buy me some wine
Calling you, baby
Took my very last dimeI’m in a phone booth, baby
Number scratched up on the wall
I’m in a phone booth, baby
Number scratched on the wall
I’m new in Chicago
Got no one else to callSaid call me Larita
Anytime day or night
You know I’m broke and I’m cold, baby
And I hope you’ll treat me right
I’m in a phone booth, baby
With the cold wind right outsideby D. Walker/ Robert Cray/ Richard Cousins

Big Gilson divulga CD no Rio Grande do Sul
“… Quando vejo um jovem tocando blues
tão bem assim e tão longe da América, sinto que minha missão nesta vida está cumprida…” - B.B. King, 2000.
Nada melhor do que as palavras do próprio Rei do blues para apresentar o guitarrista brasileiro Big Gilson. Gilson foi fundador da banda nacional Big Allanbik, da qual participavam ainda Ricardo Werther, Alan Ghreen e Ugo Perrotta. Com a banda, gravou quatro álbuns. Partindo para carreira solo, em 1997 o guitarrista lança o disco “Yellow Mojo Blues”, totalmente acústico. Dois anos depois, lançou o “Cab Driver Blues”, gravado nos Estados Unidos com músicos de Dallas e lançado pela gravadora Top Cat. O álbum seguinte, lançado em 2003, foi resultado da gravação de um show ao vivo realizado em 2000 no sagrado palco do Jazz do Blue Note, em Nova York, que raras vezes abre suas portas ao blues.
Big Gilson se apresenta no Jô Soares em 2007
Em 2008, acompanhado de Pedro Leão no baixo e Gil Eduardo na bateria e percussão, Big Gilson lançou pela blues Time Records seu nono álbum solo chamado “Sentenced To Living“. O CD conta ainda com participações de músicos como Beto Werther, Jefferson Gonçalves, Otávio Rocha, Derk White, entre outros. Com letras fortes, “Sentenced To Living” retrata um pouco do descontentamento com o mundo atual, além de perdas, amores perdidos, injustiças sociais, e por isso o título do CD sugere que estamos todos “Condenados a Viver”.
I’ve been sentenced / Sentenced to living / Sentenced To a full life trial
I’ve been sentenced / Sentenced to living / I’m a prisoner / Of this life
There’s no denial / Of this life
Big Gilson, convidado pelo músico e produtor Gaspo “Harmônica”, fará três apresentações em diferentes cidades do Rio Grande do Sul. Juntamente com Gaspo “Harmônica” & Banda, Gilson se apresentará no dia 15/05/09, às 20hs, na Confraria do Blues (Estúdio Believe), em Porto Alegre. No dia 19/05, às 21hs, será a vez do Mississipi Delta Blues Bar, em Caxias do Sul, receber o músico. No dia seguinte, 20/05/09, Gilson encerra essa “mini-turnê” pelo Sul no Cine Viena, em Taquara.
Gaspo “Harmônica” & Banda
Serviço dos shows:
Sexta 15/05 às 20:00
Big Gilson com Gaspo “Harmônica” & Banda
Confraria do blues - Estudio Believe - Rua Itaboraí, 1185 - Poa - RS
Ingressos: (1ºLote) R$15,00 (2ºlote) R$20,00
Ingressos Antecipados na Toca do Disco (Garibaldi, 1043 - Fone: 3311-4551)
Terça 19/05 às 21:00
Big Gilson com Gaspo “Harmônica” & Banda
Mississippi Delta blues Bar - Moinho da Estação - Caxias do Sul - RS
Quarta 20/05 às 20:00
Big Gilson com Gaspo “Harmônica” & Banda
Cine Viena - Shopping Viena- Av. Júlio de Castilhos, 2500 - Taquara - RS
Ingressos: R$20,00

Robert Cray se apresenta no Brasil
Seguindo o projeto “HSBC Music Series“, que trouxe Buddy Guy no fim do mês passado para se apresentar no país, a vez agora é do bluesman Robert Cray vir tocar em duas cidades brasileiras, São Paulo e Rio de Janeiro.
Robert Cray, com seus 55 anos de idade e quase 30 de carreira, é um guitarrista de blues contemporâneo cujas influências vão desde Albert Collins, Freddie King, Muddy Waters e Buddy Guy. Sua amizade com Eric Clapton já lhe rendeu diversos trabalhos em conjunto com o “Deus” da guitarra, tais como em shows como “24 Nights”, assim como em canções como “Old Love”, presente no álbum “Journeyman” de Clapton.
Seu último álbum lançado, em 2006, é o “Live From Across the Pond”, uma compilação de seus grandes sucessos gravados ao vivo.
Os shows de São Paulo acontecem no HSBC Brasil (antigo Tom Brasil), nos dias 07 e 08 de maio, e os preços dos ingressos variam de R$ 100,00 (Setor 03) a R$ 300,00 (Setor Vip e Camarote). Os ingressos podem ser comprados diretamente na bilheteria do HSBC Brasil, que fica na Rua Bragança Paulista, 1281, Chácara Santo Antônio, São Paulo, ou através do site. Clientes HSBC Mastercard possuem 20% de desconto na compra de um par de ingressos.
O show do Rio de Janeiro acontece no HSBC Arena, no dia 09 de maio, e os preços dos ingressos variam de R$ 30,00 (Nível 1 Central) custam R$100,00 (Vip) e R$ 200,00 (Premier). O HSBC Arena fica na Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Os ingressos podem ser comprados na bilheteria ou através do site Ingresso Rápido. Clientes HSBC Mastercard possuem 20% de desconto na compra de até seis ingressos.
Update em 29/04/09: Os tipos de ingressos para o show do Rio de Janeiro mudaram. Só descobri nesta data, ao acessar o site do HSBC Arena. Agora são só dois setores à venda. Vip (custando 100 reais) e Premier (custando 200). Estudantes pagam meia. A taxa de conveniência pela compra do ingresso através do site ou telefone é de R$ 16,00 por ingresso!

Jefferson Gonçalves faz shows no Rio
Jefferson Gonçalves é um dos gaitistas brasileiros mais atuantes no cenário musical brasileiro atualmente. Com uma agenda de shows bastante ativa, Jefferson Gonçalves costuma estar sempre em algum canto do Brasil se apresentando. Sua presença em palcos do nordeste é uma constante. Essa influência nordestina fica evidente em seus trabalhos, e pode ser conferida no mais recente álbum lançado em 2008, "Ar Puro".
Além da agenda corrida, Jefferson Gonçalves utiliza bastante a Internet para interagir com o público e divulgar sua agenda de shows. Com dois perfis no Orkut (aqui e aqui), conta com mais de 1750 "seguidores".





Comentários Recentes